Esqueça sua pontuação e sua quantidade de acertos!

Esse artigo tem o intuito de, por meio de uma história real, quebrar um senso comum na preparação de muitos alunos.

João Vitor, em 2018, no seu segundo ano do ensino médio, sem se preparar com muito afinco, fez 151 questões de um total de 180 questões no ENEM, além de uma redação com nota 880. Com isso, a nota final (média de todas as provas) de João foi de 819 pontos.

No ano seguinte, em 2019, no entanto, após uma preparação muito mais intensa, com muitos mais tempo e energia despendidos nos estudos, no seu terceiro ano do ensino médio, João conseguiu aumentar a sua quantidade de acertos para  162 questões, juntamente a uma redação com nota 900

Por lógica, minutos antes da nota final ser divulgada pelo INEP, João estava bastante confiante de que a sua nota viria com um aumento considerável, afinal, a sua meta era passar em medicina na universidade federal em primeiro lugar e ele havia se dedicado muito mais do que no segundo ano.

Contudo, a nota final veio com uma surpresa: vieram os mesmos 819 pontos do segundo ano. Obviamente, João Victor não ficou triste com a sua nota, pois foi mais do que suficiente para passar, com folga, em primeiro lugar no curso que desejava, atingindo o seu objetivo. Contudo, isso o deixou com uma “pulga atrás da orelha”, afinal, como poderia ele ter melhorado tanto e mesmo assim ter tirado a mesma nota?

Após alguma reflexão, João chegou a algumas conclusões que podem ajudar você em sua preparação na hora de saber se está no caminho certo ou não, então se liga:

1. Esqueça a quantidade de questões!

Os vestibulares variam em dificuldade a cada ano. Isso dignifica que acertar 80% das questões em um ano pode ser muito bom, enquanto em outro pode ser muito ruim!

Tudo vai depender do grau de dificuldade da prova.

Então, busque sempre entender como foi o desempenho dos demais também!

Acertar 1 questão de 20 pode ser excelente quando todos os outros zeraram, concorda?

2. Esqueça a pontuação!

Juntamente ao grau de dificuldade de cada prova, a pontuação das provas também varia. Para isso, basta ver a nota de corte nos cursos de ENEM, que podem ter uma variação grande de um ano para o outro. Aquele número final é reflexo de muitas variáveis, como quantidade de pessoas fazendo a prova, dificuldade das questões, TRI e muito mais.

No segundo ano não só a nota de João foi menor para o número de questões como a de todos os outros que fizeram a prova.

Então, mais uma vez, não fique ansioso única e exclusivamente com a sua pontuação. Mais uma vez, busque entender como foi o desempenho dos demais antes de chegar a qualquer conclusão.

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